“A Missionária, que não tivesse um forte sentimento de Deus e um vivo interesse pela sua glória e pelo bem das almas, careceria de aptidão para as suas funções e terminaria numa espécie de vazio e de intolerável isolamento”. (Escritos 2698)
Como mulheres consagradas, diante da fragmentariedade da vida e da procura da integração entre contemplação e ação, queremos reavivar o forte sentido de Deus, alimentando-nos pessoal e comunitariamente de sua Palavra que nos leva a ser – não fazer – missão, vivendo em plenitude o dom da nossa vida para sermos sinais do Reino. (AC22, 4)